Tonometria em São Paulo: quem deve realizar esse exame regularmente?

Em busca do exame de tonometria em São Paulo?
Esse é um dos exames oftalmológicos mais importantes para medir a pressão intraocular e auxiliar no diagnóstico precoce do glaucoma.
Rápido e indolor, deve ser realizado regularmente por pessoas com fatores de risco, especialmente após os 40 anos.
Isso porque, muitas doenças oculares evoluem sem apresentar sintomas nas fases iniciais.
Neste artigo, você entenderá para que serve esse exame, quem deve realizá-lo regularmente e por que ele é tão importante para a prevenção de doenças oculares.
O que é a tonometria?
A tonometria é um exame utilizado para medir a pressão intraocular (PIO), ou seja, a pressão exercida pelo líquido existente dentro do olho.
Esse líquido, chamado humor aquoso, é produzido e drenado continuamente.
Quando há um desequilíbrio nesse processo, a pressão pode aumentar, elevando o risco de danos ao nervo óptico.
Embora a pressão intraocular elevada seja um dos principais fatores de risco para o glaucoma, é importante destacar que nem toda pessoa com pressão alta desenvolve a doença.
Da mesma forma, algumas pessoas podem apresentar glaucoma mesmo com valores considerados normais.
Por isso, a tonometria é apenas uma das etapas da avaliação oftalmológica.
No nosso site, temos um artigo completo sobre o glaucoma, acesse para entender melhor!
Para que serve a tonometria?
O principal objetivo da tonometria é identificar alterações da pressão intraocular que possam indicar risco para doenças oculares, especialmente o glaucoma.
Além disso, utilizamos esse exame para:
Auxiliar no diagnóstico precoce do glaucoma;
Monitorar pacientes que já possuem a doença;
Avaliar a resposta ao tratamento com colírios ou cirurgia;
Acompanhar pacientes com histórico familiar de glaucoma;
Fazer parte dos exames oftalmológicos de rotina.
Assim, quando realizada regularmente, a tonometria permite detectar alterações antes que ocorram perdas da visão.
Quem deve realizar a tonometria regularmente?
Embora qualquer pessoa possa realizar o exame durante uma consulta oftalmológica, alguns grupos precisam de acompanhamento mais frequente.
Entre eles estão:
Pessoas com mais de 40 anos
O risco de glaucoma aumenta progressivamente com a idade.
Por isso, recomendamos que adultos a partir dos 40 anos realizem consultas oftalmológicas periódicas, incluindo a tonometria quando indicada pelo especialista.
Pessoas com histórico familiar de glaucoma
Quem possui pais, irmãos ou filhos com glaucoma apresenta risco maior de desenvolver a doença.
Nesses casos, o acompanhamento deve começar mais cedo e seguir a periodicidade recomendada pelo oftalmologista.
Pacientes com pressão intraocular elevada
Mesmo sem apresentar glaucoma, pessoas com hipertensão ocular precisam de monitoramento regular para avaliar se ocorrerão alterações no nervo óptico ao longo do tempo.
Pessoas com diabetes ou hipertensão arterial
Essas doenças podem aumentar o risco de alterações oculares e tornam o acompanhamento oftalmológico ainda mais importante.
Usuários de corticoides por tempo prolongado
O uso contínuo de colírios, comprimidos ou outros medicamentos corticoides pode elevar a pressão intraocular em algumas pessoas.
Por isso, esses pacientes devem ser acompanhados periodicamente.
Pacientes que já possuem glaucoma
Nesses casos, a tonometria faz parte do acompanhamento da doença, permitindo verificar se a pressão está adequadamente controlada.
Como realizamos o exame?
A tonometria é um exame rápido, seguro e praticamente indolor.
Existem diferentes técnicas para medir a pressão intraocular, sendo a tonometria de aplanação com tonômetro de Goldman é considerada o padrão-ouro.
Nesse método, aplicamos um colírio anestésico antes da avaliação para proporcionar maior conforto.
Também disponibilizamos equipamentos modernos que realizam a medição por meio de um leve jato de ar, sem necessidade de contato direto com o olho em alguns casos.
A escolha do método depende da avaliação clínica.
A tonometria dói?
Não. Quando é utilizada a tonometria de contato, o colírio anestésico elimina praticamente toda a sensação durante o exame.
Já na tonometria por sopro de ar, o paciente sente apenas um leve impulso de ar sobre a superfície ocular, sem dor.
Todo o procedimento costuma durar apenas alguns minutos.
Com que frequência a tonometria deve ser realizada?
Não existe uma periodicidade válida para todas as pessoas.
A frequência depende da idade, dos fatores de risco e da presença de doenças oculares.
De maneira geral:
Adultos sem fatores de risco devem realizar consultas oftalmológicas periódicas conforme orientação médica;
Pessoas acima dos 40 anos costumam necessitar de avaliações regulares;
Pacientes com glaucoma ou hipertensão ocular precisam de acompanhamento individualizado.
O mais importante é não esperar o surgimento de sintomas para procurar atendimento, já que o glaucoma costuma evoluir de forma silenciosa.
A pressão alta nos olhos sempre significa glaucoma?
Não. A pressão intraocular elevada representa um importante fator de risco, mas não confirma o diagnóstico da doença.
Só podemos diagnosticar o glaucoma após uma avaliação completa, que inclui exames como:
Fundoscopia;
Avaliação do nervo óptico;
Tomografia de coerência óptica (OCT), quando indicada;
Gonioscopia em casos específicos;
Campimetria visual.

Da mesma forma, algumas pessoas apresentam glaucoma de pressão normal, reforçando a necessidade de uma investigação completa.
Por que o diagnóstico precoce faz tanta diferença?
O glaucoma é uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo.
Na maioria dos casos, ele não provoca dor nem alterações perceptíveis da visão nas fases iniciais.
Quando os sintomas aparecem, parte do campo visual já pode ter sido perdida de forma permanente.
Por isso, exames preventivos, como a tonometria, associados à avaliação completa da oftalmologista, são essenciais para detectar alterações precocemente e iniciar o tratamento antes que ocorram danos irreversíveis.
Tonometria em São Paulo: a Dra. Carolina Kita faz o acompanhamento completo da saúde ocular
A Dra. Carolina Kita é médica oftalmologista formada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), com residência em Oftalmologia pelo Hospital das Clínicas da USP.
Atua com foco em saúde ocular, córnea e superfície ocular, oferecendo atendimento baseado em evidências científicas e individualizado para cada paciente.
Durante a consulta, realiza uma avaliação completa da saúde dos olhos, incluindo a indicação da tonometria quando necessária, além de outros exames que permitem diagnosticar doenças como o glaucoma.
Se você tem mais de 40 anos, possui histórico familiar de glaucoma ou faz parte de algum grupo de risco, agende uma avaliação com a Dra. Carolina Kita.
Um acompanhamento especializado pode fazer toda a diferença para preservar sua saúde ocular ao longo da vida.







