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Campimetria: como o exame ajuda a detectar doenças oculares?

  • 5 de fev.
  • 3 min de leitura
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A campimetria é um exame oftalmológico fundamental para avaliar o campo visual, ou seja, tudo aquilo que conseguimos enxergar quando fixamos o olhar em um ponto específico, incluindo a visão central e a periférica. 


Muitas doenças oculares e neurológicas afetam inicialmente a visão periférica de forma silenciosa, sem causar sintomas perceptíveis no dia a dia. 


Por isso, a campimetria desempenha um papel essencial na detecção precoce de alterações visuais e no acompanhamento de condições que podem comprometer a visão ao longo do tempo.


Embora seja um exame simples e indolor, seus resultados fornecem informações extremamente valiosas sobre a saúde do nervo óptico, da retina e das vias visuais.


Neste artigo, você vai entender para que serve a campimetria, como ela é realizada, quando é indicada e por que o acompanhamento com uma oftalmologista especialista faz toda a diferença na interpretação dos resultados.


O que é a campimetria?


A campimetria, também conhecida como exame de campo visual, é um teste que mede a capacidade do paciente de perceber estímulos luminosos em diferentes áreas do campo de visão. 


Ela avalia tanto a visão central quanto a visão periférica, identificando falhas que muitas vezes passam despercebidas em exames oftalmológicos de rotina.


Essas falhas podem indicar alterações no nervo óptico, na retina ou até mesmo em estruturas neurológicas responsáveis pela condução da informação visual ao cérebro. 


Justamente por isso, a campimetria não é apenas um exame oftalmológico, mas também um importante aliado na investigação de doenças neurológicas.


Para que serve o exame de campimetria?


A principal função da campimetria é detectar, diagnosticar e monitorar perdas de campo visual, mesmo quando ainda não há sintomas evidentes. Entre suas principais aplicações, destacam-se:


Diagnóstico precoce do glaucoma


A campimetria é um dos exames mais importantes no diagnóstico e acompanhamento do glaucoma, uma doença silenciosa que causa danos progressivos ao nervo óptico. 


Em muitos casos, a perda de visão começa pela periferia, sem que o paciente perceba. O exame permite identificar essas alterações precocemente, antes que a visão central seja comprometida.


Monitoramento da progressão de doenças oculares


Além do glaucoma, a campimetria é utilizada para acompanhar a evolução de diversas doenças que afetam o sistema visual, como:


  • Doenças do nervo óptico;

  • Degenerações retinianas.


O exame nos ajuda a avaliar se a condição está estável, em progressão ou respondendo adequadamente ao tratamento proposto.


Avaliação de alterações neurológicas


Alterações no campo visual também podem estar relacionadas a problemas neurológicos, como:


  • Acidente vascular cerebral (AVC);

  • Tumores cerebrais;

  • Lesões nas vias ópticas;


Nesses casos, o padrão da perda visual observado na campimetria pode auxiliar no diagnóstico e no direcionamento da investigação neurológica.


Como é feito o exame de campimetria?


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A campimetria é um exame não invasivo, indolor e relativamente rápido. Durante a realização, o paciente permanece sentado em frente a um aparelho chamado campímetro.


O exame segue, de forma geral, as seguintes etapas:


  • Fixação do olhar: o paciente deve manter o olhar fixo em um ponto central dentro do aparelho durante todo o exame;

  • Apresentação dos estímulos: pequenos pontos de luz aparecem em diferentes locais do campo visual, com intensidades variadas;

  • Resposta do paciente: sempre que perceber um estímulo luminoso, o paciente aperta um botão, permitindo que o aparelho registre aquela percepção.


A partir dessas respostas, o equipamento cria um mapa detalhado da sensibilidade visual em cada área do campo de visão.


O exame exige preparo?


De modo geral, a campimetria não exige preparo especial. Algumas orientações importantes incluem:


  • Não é necessário dilatar a pupila;

  • O paciente pode usar óculos ou lentes de contato, conforme orientação médica;

  • Levar a receita atual dos óculos pode ajudar na adequação do exame;


É importante estar descansado e atento, pois o exame depende da colaboração do paciente para gerar resultados confiáveis.


Este é um exame totalmente indolor. No entanto, por exigir concentração e fixação do olhar por alguns minutos, pode causar leve cansaço visual ao final. 


Caso o paciente esteja muito cansado ou com dificuldade de atenção, podemos orientar pausas ou reagendar o exame.


Conte com uma oftalmologista especializada


Os resultados da campimetria não devem ser analisados de forma isolada. Alterações no campo visual precisam ser correlacionadas com outros exames oftalmológicos, como a medida da pressão intraocular, a avaliação do nervo óptico e exames de imagem.


Uma oftalmologista experiente consegue interpretar corretamente os padrões de perda visual, diferenciar alterações reais de falhas técnicas e definir a conduta mais adequada para cada caso.


A Dra. Carolina Kita é oftalmologista com ampla experiência no diagnóstico e acompanhamento de doenças oculares que afetam o campo visual. 


Seu atendimento é pautado em avaliação detalhada, acompanhamento próximo e orientação clara, sempre com foco na segurança e na saúde visual a longo prazo.


Agende uma consulta e cuide da saúde dos seus olhos!

 
 
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Dra. Carolina Satie Kita     -     Médica Oftalmologista - CRM-SP 161566 / RQE 84470

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